Pensar verde com Ciência na nossa Escola - CE D Gualdim Pais- Visita ao PNPG
No âmbito do Projecto da Ciência na Escola, da Fundação Ilídio Pinho, a Sala 3 (Sala do Arco-íris) dos meninos de 4 anos do Centro Escolar D.Gualdim Pais desenvolveu no mês de Abril mais uma das actividades planificadas para dar seguimento ao seu projecto intitulado: “Pensar verde com Ciência na nossa Escola” e assim fizeram uma visita guiada ao Parque Natural da Peneda do Gerês onde foram distribuídos a cada criança um pequeno bastão, como forma de incentivar e desenvolver o gosto pelas caminhadas.Foi também feita uma apresentação, baseada em imagens, dos animais do Parque para mostrar a fauna existente em Portugal apresentando –a no contexto do habitat.

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VIII Mostra Pedagógica ESA

VII Edição do Concurso Literário Sá de Miranda
Divulgado junto de todos os alunos do agrupamento, o Concurso Literário Sá de Miranda despertou o interesse de muitas crianças, adolescentes e jovens que enviaram os seus textos, os quais foram apreciados, inicialmente, nas estruturas de gestão intermédia (grupo disciplinar de Português e professores do 1.º CEB), e, depois, por um júri constituído por professores dos três ciclos do EB e Secundário, que teve em conta os seguintes critérios de apreciação: coerência e pertinência da informação (originalidade/criatividade), estrutura e coesão, reportório vocabular e modalização, morfologia e sintaxe, extensão.
Depois de uma seleção e escolha muito difíceis, face à qualidade e criatividade das produções textuais, foram contemplados doze alunos. Devido à qualidade literária dos textos, o júri resolveu atribuir uma menção honrosa em cada escalão. Nesta edição, e pela primeira vez, também foram atribuídas menções honrosas aos alunos da educação especial.
No dia 14 de março, na Feira do Livro de Amares, na presença do Presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, do Diretor do Agrupamento, Pedro Cerqueira, e da comunidade educativa, procedeu-se à entrega de prémios (patrocinados pela Câmara Municipal de Amares, Farmácia do Mercado, CGD e Modelar) aos quatro primeiros colocados em cada escalão e de certificados de participação. Por isso, gostaríamos de agradecer a todos os que contribuíram, de forma direta ou indireta, para a concretização deste projeto.
Em ambiente de festa, deram-se os parabéns aos seguintes talentos:
1.º Ciclo – 1.º Escalão
1.º Prémio: “O Coelho Orelhudo e o Mau Tempo” - Luna Soares Pinto - 4º ano, turma A - Centro Escolar de Bouro
2.º Prémio: “Se eu voasse” - Sílvia Pereira Caldas- 4º ano - turma C- Centro Escolar do Vale do Cávado- Lago
3.º Prémio: “O Comboio dos Sonhos” - Leonor Ruivo Fortunato - 3º ano-turma A – Centro Escolar D. Gualdim Pais
Menção honrosa: “Princesas em Amares”- trabalho coletivo - 6/7 anos- 1º ano - turma B - Centro Escolar do Vale do Homem- Rendufe
EE: “A erva milagrosa”- texto coletivo de 3 alunos NEE- 2º/ 3º anos - turma B - Centro Escolar de Caldelas
2.º Ciclo – 2.º Escalão
1.º Prémio: “A estrela que caiu no meu jardim” – Maria Cruz Martins - 6.º F
2.º Prémio: “A menina que gostava de ajudar os outros” – Catarina Soares – 6.º E
3.º Prémio: “Sonhos do mar” – Maria Inês Esperança Marques - 6.º F
Menção honrosa: “O farol da ilha de mar e luz” – Maria Adriana Lopes Veloso – 6.º
3.º Ciclo – 3.º Escalão
1.º Prémio:"Regresso" - Érica Amorim Marques - 7º G
2.º Prémio: "À descoberta das suas origens" - Daniela Antunes Rodrigues - 8.º A
3.º Prémio: “A ‘Tia’ Angelina” – Beatriz Brandão Faria – 8.º A
Menção honrosa: “A menina florista” - Diogo Miguel Tinoco Oliveira - 7º H
EE: “O Senhor João trabalhador“ - Daniel Rodrigues – 8.º A
“Uma ervilha no espaço” – Estevão Ferreira – 8.º C
Ensino Secundário – 4.º Escalão
1.º Prémio: “O velho a preto e branco” - Marisa Coelho 11º B
2.º Prémio: “Se eu pudesse...” - Joel Barreiro - 12º A
3.º Prémio: “Bolor da amargura” - Soraia Araújo - 12º B
Menção honrosa: “Reencontro” - Gabriela Martins - 11º B
Mês dos afetos
Visita de estudo a Sintra e Lisboa
Nos dias 15 e 16 demarço,os alunos das turmas C, D e E do 11°ano visitaram as cidades de Sintra e Lisboa, no âmbito das disciplinas de História A, Economia A e Geografia A.
O dia 15 começou muito cedo para todos: alunos e professores, por volta das 6 horas e 30 minutos, madrugaram e compareceram à chamada. Finalmente, chegou o dia aguardado e tantas vezes desejado! O entusiasmo e a euforia caldeados pelo sono e pelas previsões meteorológicas pouco animadoras deram início à nossa viagem de estudo.
O trajeto de Amares até Sintra, embora longo, decorreu sem imprevistos e, mesmo com a chuva como acompanhante não convidada, a animação e a ânsia de chegar ao primeiro destino foram uma constante.
Chegámos por volta do meio-dia à vila de Sintra e vislumbramos, calorosamente, os primeiros raios de sol. À medida que nos aproximamos do centro histórico percebemos o real significado de um destino turístico altamente conceituado graças à riqueza e variedade da sua paisagem natural e dos seusmonumentos históricos fascinantes que integram as classificações de Património Mundial, no âmbito da categoria Paisagem Cultural, reconhecimento da UNESCO que data de 1995.
Os alunos sentados na escadaria do Palácio Nacional de Sintra – enquanto aguardavam a visita guiadaao palácio real medieval dos monarcas D. Dinis,D. João I e D. Manuel I–aproveitaram para repor as energias que iriam ser necessárias para a longa jornada, valendo-se das suas merendas.Os quatro grupos de alunos, acompanhados pelos seus professores, escutaram as explicações dos guias sobre a preferência da corte e dos nobres por Sintra, justificando a construção de sumptuosas habitações rodeadas por jardins e parques com uma flora exuberante.
Para o início da tarde estava programada a segunda visita – O Palácio da Pena –com recurso ao percurso de autocarro dos serviços de transporte público do concelho de Sintra. O tempo já ameno e convidativo permitiu-nos desfrutar da paisagem da Serra de Sintra, povoada de milhares de árvores, plantas, parques e áreas florestais únicas.
Após uma pequena mas íngreme caminhada, chegámos às portas do Palácio que,rececionadose acompanhados pelos guias, visitámos as suas dependências mais emblemáticas e luxuosas. A admiração e a surpresa foram constantes à medida que descobríamos um Palácio monumental, expressão do romantismo arquitetónico, edificado por D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, segundo marido da rainha D. Maria II. O espaço envolvente constituiu outro dos seus múltiplos encantos e descobertas, um extenso parque romântico plantado com árvores raras e exóticas, decorado com fontes, cursos de água, chalets, capelas, falsas ruínas e muitos caminhos.
O dia aproximava-se do seu fim. Regressados à vila, retemperámos um pouco as energias com as provisões que restavam da merenda e rumámos ao Parquede Campismo de Monsanto para o alojamento, o jantar eoconvívio. Enfim, amerecida pernoita!
No dia seguinte, rumámos para a capital, sem chuva. A viagem foi rápida e, os dois grupos de alunos chegaram aos respetivos destinos de visita: o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, na Cidade Universitária; o Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém.
O primeiro grupo teve a oportunidade de conhecer o arquivo de âmbito nacional da rede portuguesa de arquivos e valorizar, em simultâneo, o seu universo diversificadode património arquivístico, incluindo documentos originais desde o século IX até aos dias de hoje, nos mais variados tipos de suporte. Alguns dos tesouros da Torre do Tombo felizmente já estão acessíveise podem ser apreciados, viaInternet, pelo público em geral. Assim, todos podemos fruir e preservar um inestimável e raro património comum.
O segundo grupo realizou uma visita guiada ao Mosteiro dos Jerónimos e à Torre de Belém. Estas obras-primas do estilo gótico manuelino e o ambiente histórico do reinado de D. Manuel I foram vivenciadas pelos alunos, sobressaindo, também, os túmulos de Luís de Camões e Vasco da Gama. Este magnífico conjunto arquitetónico exibe, igualmente, a distinção, desde 1983, de Património Cultural de toda a Humanidade. O encerramento da visita fez-se, gulosamente, na Confeitaria de Belém!
O almoço ocorreu num dos refeitórios da Universidade de Lisboa, na Cidade Universitária.Louvámos a oportunidade de conhecermos uma instituição de ensino superior público, quiçá uma das nossas futuras opções académicas…
O programa da tarde também prometia:a visita ao Parlamento ou Assembleia da República instalado no Palácio de S. Bento.
Apesar de alguma fadiga e indolência, esta visita foi surpreendente e muito instrutiva. Tivemos a oportunidade de conhecer grande parte do edifício, com destaque para a escadaria nobre, as Salas do Senado, das Sessões e dos Passos Perdidos e o Salão Nobre. Simultaneamente, ao palmilharmos os corredores e estes espaços magníficos aprendemos muito sobre a organização e funcionamento da Assembleia da República, nomeadamente, a sua composição, as suas competências, a reunião plenária e as comissões parlamentares. Experienciámos, também, um pouco da vivência parlamentar, nas movimentações dos Deputados e mesmo de membros do Governo.
A visita terminou um pouco depois das 17 horas, e Amares já chamava por nós. Estávamos exaustos e desejosos por chegar à nossa terra. A viagemde regresso foi animada, para uns, e sonolenta, para outros.A hora de chegada marcava as 23 horas.
Podemos, em jeito final, afirmar que foram dois dias excelentes! Ficam para memória futura: as aprendizagens, o enriquecimento cultural, o civismo e a camaradagem!
Prof ªCristina Bastos e alunas do 11º D - Ana Mota, Eva Pereira, Fátima Fernandes, Leandra Ferreira
Peça “Leandro, Rei da Helíria”
Origami de alunos desde o pré-escolar até ao 3º ciclo
De 14 a 18 de Março realizou-se, no espaço da feira do livro, a exposição de trabalhos em origami de alunos desde o pré-escolar até ao 3º ciclo.
Esta exposição foi o culminar da atividade de articulação, da área da matemática, denominada: Origami desenvolvida desde o início do ano letivo em diferentes escolas do concelho.
Um dos objetivos desta atividade foi promover a articulação entre os três ciclos de ensino bem como desenvolver nos alunos o raciocínio lógico – abstrato; aumentar o gosto pela Matemática; desenvolver a capacidade de atenção/concentração e a aquisição de métodos/ estratégias de resolução de problemas.
A atividade despertou muito interesse e foi do agrado dos alunos e professores.
O resultado final foi uma exposição lindíssima, cheia de cor e movimento, onde todos os alunos puderam apreciar os seus trabalhos e os dos colegas para além de estar visível para todos os visitantes da feira do livro.















